- Portfolio
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- Universidade Federal do Paraná (UFPR) Jornalismo (1998-2002)
- Revistas Abril (Superinteressante, Aventuras na História, Flashback, Veja, VIP) Repórter Freelancer (2004/2007-2009-)
- O Estado de S. Paulo, Guia do fim-de-semana. Repórter, roteiro e destaque semanal de Shows. Diversas matérias de serviços, cultura ou cidade, 2005-2007
- Editora Padrão, revista e site Consumidor Moderno. Repórter de economia (2009-)
- Música: dois anos cobrindo a seção Música do Guia do Estadão
- Cidades: dois anos e meio fazendo matérias semanais para a capa do Guia do Estadão
- Ciência, cultura e história: quatro anos de contribuições para a Superinteressante, Aventuras na História, Veja, VIP e outras da Abril
- Economia: revista Consumidor Moderno
- Várias reportagens estilo infográfico
- Roteiro de quadrinhos
- Matérias em estilo literário
- Reportagem-entrevista internacional, em inglês
- Seção fixa "Conexões" da Superinteressante
- Inglês fluente
- Espanhol com boa leitura
- Fechamento semanal e mensal
- Produção de fotografias
- Edição e revisão
- Desenho de infográficos no Photoshop e Ilustrator
- HTML, CSS, Dreamweaver
- Câmara dos Vereadores de São Paulo, Matéria "Quitutes da Vovó", com Cynthia Almeida Rosa (2005)
Eu não tive meus 15 mil acessos de fama, mas já escrevi em seis blogs na vida, quatro simultaneamente. Também coube a mim dizer ao Brasil o que é orkut, e sou o campeão brasileiro da Uncyclopedia em inglês.
Sei que muita coisa que escrevi não é assunto para velhinhas no chá das cinco, mas seria inútil tentar ocultar meus sites agora, já que eu nunca liguei para ser anônimo.
Assim sendo, tomo a iniciativa eu mesmo e descrevo - hmm... talvez a palavra que eu esteja procurando seja "assumo" - aqui todas as minhas criações online.
Já no nome meu blog principal trai minha idéia a respeito do modernismo e nacionalismo brasileiros. Tem gente que acha que, numa população de 190 milhões, um insatisfeito com o nacionalismo naif-batuque-florestal, turismo sexual, é o suficiente, e me chamam de clone do Diogo Mainardi, como quem diz: "ó, a vaga de antinacionalista já tá tomada, viu?".
Politicamente, tenho certeza de não ser de esquerda, mas acho que estou equidistante da direita religiosa. Já ouvi que sou conservador anaeróbio, ateu-e-portanto-simpatizante-de-comunista, liberal do século 19 e libertário, que não é "anarquista" como Jorge Amado, mas como Clint Eastwood, Trey Parker e Matthew Stone, e a revista Wired.
Eu acredito na ciência, a ciência econômica também - talvez isso resuma tudo.
Ou talvez eu apenas tenha pretensões a fumar a mesma marca de charutos de H. L. Mencken e Paulo Francis.
Blogue apolítico, geek, metido a sabido e engraçadinho, mais "a-rá" do que "uaheheuehue", criado justamente por causa da uruca que é ser um "blogueiro de direita".
Originalmente era pra ser um blogue a quatro mãos, mas ficou viúvo, o coitado.
Talvez justamente por eu estar livre de falar mal do petê, concentra algumas de minhas melhores peças.
Ensaio de um romance de ficção científica que está em minha cabeça desde que eu tomava Mupy no Ceasa e jogava Super Mario 3. Sério mesmo. Sei que isso não vende nada, mas o enredo e o universo no mínimo talvez rendam quadrinhos ou uma cerveja com as pessoas certas.
A seção "Contato" é a serventia da casa.
E, olha, eu entrei antes de passar no Fantástico.
Pôxa vida, eu escrevi sobre música por dois anos, tenho que saber brincar um pouquinho de dijei, não? Não?
O nome no RG é Fábio Rodolfo de Oliveira. Marton de mãe, nasci entre os últimos filhos dos anos 70, em Osasco, minhas tias, daquelas que levam frango com farofa para o fim-de-semana em Peruíbe. Dito de outra forma, nasci num programa do SBT, quer falar com o povo, fale comigo.
Aos 13 anos, por conta de uma história triste que só pode ser contada com um violino ao fundo, e assim não vou contar, fui parar em Curitiba.
Meu pai, que acredita que o trabalho enobrece mesmo quando empobrece, me pôs a labutar ainda dimenor e me fez entrar num segundo grau técnico. Do alto de minha sabedoria de 14 anos de vida, estava então indeciso entre os cursos de ator ou técnico em prótese odontológica. O velho decidiu por mim, já que, ele tinha certeza, no técnico de ator eles davam aulas de quebração de munheca, sodomia, pederastia, baitolice, viadagem e redundância. Assim, fui parar numa rendosa carreira de tecnologia da informação, que na época chamavam de programador. Durante a faculdade, enquanto os colegas amargavam em festas no diretório ou orgias congressos estudantis bancados pelos pais, eu me divertia programando a intranet da prefeitura de Curitiba.
Até meus 2004, vivi nessa mistura de convenção de Star Wars com palestra de Lair Ribeiro que é o universo de T.I. Então mudei-me para São Paulo e comecei a frilar para a Abril, para a Aventuras na História, depois a Superinteressante e as infelizmente finadas Flashback e Mundo Animal. Terminei o annus mirabilis de 2004 empregado no Estadão, para o Guia de sexta-feira. Aprendi muitas coisas nesse período sobre ser um repórter de música e cidades, mas aprendi ainda mais sobre a rotina da redação, por exemplo por que o deadline tem esse nome tão macabro.
Em abril de 2007, após dois anos e meio no Estadão, decidi me desvincular para frilar novamente. Consegui pautas bastante interessantes, mas tenho saudades de ver todos os dias as mesmas caras, da vida na redação, enfim. Clark Kent não trabalhava de casa, nem Peter Parker.
Sem mais, que já falo demais.
Ah, sim, o design do site é meu mesmo. Sei brincar de Dreamweaver, meu passado como geek não foi totalmente em vão.
Além de matérias, também estou disponível para traduções, ghostwriting e consultoria. Escrever é meu negócio: faço até soneto alexandrino para convite de festa de formatura.
Telefone: (11) 9455-5112

